A importância do teatro na Fepasa era tamanha que não se perdia a menor oportunidade de colocá-lo em evidência, como mostra o texto abaixo, de autoria de nosso amigo Vital Ebenézer Moreira.
Nota: O texto está copiado no final da postagem, pois eu não tenho certeza se é possível lê-lo no original.
Nota: O texto está copiado no final da postagem, pois eu não tenho certeza se é possível lê-lo no original.
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| Arquivo: Filastor Brega |
"Tempo houve, na já distante década de 70, em que o pouco espaço de liberdade que havia foi ocupado por uma iniciativa cultural conjunta de empregados e direção da Fepasa, criando-se um grupo de teatro amador.
Com um trabalho construído e doado pelo pessoal das oficinas, um cenário montado por eles próprios e dirigidos por um profissional experiente e apaixonado – contratado pela empresa – esse grupo de ferroviários reacendeu, ainda uma vez, a chama da magia milenar da arte de representação.
O trabalho deixou saudades – e raízes.
Para falar dele, de suas “seqüelas”, e os frutos produzidos, para tentar manter acesa a chama, editamos este número especial de “Dhevorar” feito pelos remanescentes/reminiscentes do mais importante movimento cultural – o que seria muito, não fosse o único – dos últimos 30 anos da ferrovia.
Com isto se pretende lembrar que é sempre possível – e necessário – sonhar, dar asas ao espírito, temperar o cotidiano com alguma arte. E isto custa pouco, além da vontade de fazer e tem um retorno imenso a nível da integração social que proporciona, e porque não dizer, em termos de reforço da imagem institucional da empresa." (Vital)

Úia que firmeza, eu nem me lembrava de ter 'cometido' esse textículo (pequeno texto, pois não?)- Vital
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