sexta-feira, 27 de maio de 2011

TEATRO – PRESÉPIO VIVO - PRIMEIRO ATO

E o teatro se mostrava não só como um meio de entretenimento e cultura mas, também, como  facilitador na integração dos funcionários, fossem, eles, novos integrantes do quadro de pessoal da ferrovia, fossem, eles, já “velhos de casa”, porém de locais (sedes) diferentes, de trabalho.   
“Olá Ayrton, legal buscar essas lembranças. Quero ajudar, comentando que participei da segunda turma de teatro da Fepasa. Quando cheguei em São Paulo, em 1977, fui informado pelo meu amigo Salvador, que trabalhava no Orçamento, que estavam formando um grupo de teatro.
Jorge Luiz da Silva
 Como eu não conhecia ninguém na época, achei que era uma alternativa para fazer novos amigos. Quando cheguei, conversei com o Ricardo, que ainda era o diretor. Não tenho bem certeza, mas acho que era por volta do mês de setembro. Fizemos alguns exercícios, nos enturmamos e o diretor sugeriu, ao grupo, ensaiar um musical, representando o presépio, para apresentar nas festas de final de ano.” (Jorge Luiz)
"Na seqüência do primeiro trabalho foi realizada esta montagem de um Presépio Vivo, com a participação de novos atores e alguns da primeira montagem com a mesma direção de Ricardo Dias.
O texto foi escrito pelo próprio grupo, baseado em pesquisas e trechos de "Morte e vida Severina", de João Cabral de Melo Neto e   "Uma garota chamada Maria" do padre Zezinho do Sagrado Coração de Jesus e representava o nascimento de Jesus adaptado à condições brasileiras.
Foram 3 meses de ensaios que resultaram nas apresentações de dezembro de 1977. A peça utilizava poucos recursos cênicos, que era complementada pela expressão corporal dos atores e pela música de fundo de Chico Buarque e Milton Nascimento." (Filastor)


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