Saudade ruim, que dói, que machuca, a gente esconde debaixo do tapete da memória, longe dos olhos do coração;
Saudade boa, alegre, suave, essa a gente guarda no lado esquerdo do peito;
Saudade da escola, da primeira professora, do amigo de infância, da Caminho Suave, da carteira com tinteiro e da caneta de pena;
Saudade do fogão a lenha, da chaminé, do picumã, do bule de café, do pilão e do lampião a querosene;
Saudade do coreto da praça, da praça do coreto, da banda e do footing domingueiro;
Saudade da maria-fumaça, da plataforma, do barzinho da estação, do picotador de bilhetes e do trem pagador;
Saudade da matine, da primeira namorada, do filme de bang-bang, do projetor barulhento e do lanterninha inconveniente;
Saudade da igreja matriz, da primeira comunhão, da quermesse, do quentão, do correio elegante, do leilão, da missa de domingo, do catecismo, da procissão...


agora vc judiou!!!! que saudade!!
ResponderExcluirVendo a foto, a gente começa a sentir saudade até da velha mesa encostada na parede....muito legal....postar mais fotos.
ResponderExcluirTenho comigo uma outra foto dessa mesma festa...meu scaner está quebrado, assim que puder, vou postar para vc. Tenho muitas outras, para abrandar a saudade...
ResponderExcluirNão sei o motivo, mas as mesas cinzentas sempre me chamaram a atenção na Fepasa! Recentemente deparei com uma dessas na Prefeitura aqui de Itapevi e me deu saudades. Coisa estranha!Sempre achei o mobiliário do prédio da Barra Funda muito velho, mas gostava!
ResponderExcluirPedrinho
A foto onde aparece o restaurante então nem se fala! Mesmo porque eu o frequentava duas vezes no mesmo dia (nem sempre). A primeira quando abria (acho que as 10:30 hs.) e depois quando estava para fechar! Mas é preciso levar em conta que eu levantava as 05:00 horas! Tá explicado?
ResponderExcluirPedrinho