Poderia ser um dia como outro qualquer, mas o sábado do dia 26 de março de 2011 nasceu para ser diferente. Tão diferente que até o sol, preguiçoso durante a semana inteira, deixou seu refúgio para participar do nosso encontro.
Amigos, que se viam e/ou se falavam apenas virtualmente, resolveram se ver de perto, se tocar, cara a cara, olhos nos olhos, como nos bons e velhos tempos.
Falamos de quê? De tudo um pouco. O tempo ficou curto para tanto assunto.
Falamos do passado, do presente, dos passeios a Paris ou à festa do vinho do interior de São Paulo, das famílias, das amizades, da saudade dos amigos de quem não temos notícias e, até, daqueles que já se foram.
Relembramos os assuntos que corriam à boca pequena sobre os causos e casos e que freqüentavam, em cochicho, os corredores da ex-ferrovia.
A conversa fluía, de um para outro lado, com a agilidade que o correr das horas exigia. Alongar-se, nem pensar. Versão resumida dos fatos, era a ordem.
Motivos para novos encontros não faltaram. Um luau para comemorar a unificação de CEPs; uma paella para, digamos, um possível desencalhe; uma feijoada em comemoração de um aniversário e uma reunião para comemorar a reforma de uma casa de praia.
Sobremesa, fotos dos “meninos”, fotos das “meninas” e fotos de todos juntos, trocas de e-mails, telefones e os preparativos para levantar acampamento.
E lá se foi o sábado. Sábado que, aqui, em palavras, é possível descrever, talvez, algo próximo da milésima parte do quanto agradável ele foi; do quanto essas horas, em companhia das pessoas que amamos, nos fizeram mais felizes.
Enfim, mais um dia que, com certeza, já faz parte do nosso repertório de saudades.
Miro e Vânia, obrigado pela oportunidade desse encontro.
Miro e Vânia, obrigado pela oportunidade desse encontro.
Oi Ayrton...eu estava em São Paulo até sexta feira e vim embora sem muita necessidade de ter vindo. Se tivesse sido convidada, teria estado com vcs nesse dia, que tenho certeza que foi maravilhoso. Se eu não for "persona non grata" nesse grupo seleto, poderia ser comunicada da próxima vez, o que vc acha???? Eu acho que fiquei com vontadeeeee rsrsrsrsrs Bjs - Mazé
ResponderExcluirEi Ayrton, o que que eu não tô fazendo aí ???? - Cecília
ResponderExcluirPode deixar o comentário como forma de protesto...
ResponderExcluirEvely...Waldemar José...que saudade.
Vânia ...minha amiga de bons tempos e tempos não tão bons...
Mara Silvia...Jorge Luis eu encontro sempre no trabalho, apesar da Mara estar "trabalhando" pouco ultimamente...kkkk
Soninha...Valéria...Maria Alice...Jocely...Mara Lúcia...Miro...Cláudio ...Zé Luiz...
...e é claro Ayrton...Muitas saudades de todos.
Muito legal, os encontros com "antigos" ferroviários, mas preocupado fiquei, com as nobre "barriguinha" dos jovens colegas, mas tudo bem, é o tempo que o vento não levou....Abç,
ResponderExcluirCelso
Ayrton,
ResponderExcluirA oportunidade foi uma obra coletiva.
Agradeço a todos e a cada um.
Abraço.
Deve ter sido uma reunião muito especial. Com as fotos, matei um pouco das saudades de pessoas que realmente não deixarão minha memória. Abração especial pra vc, Ayrton. Tenho muitas lembranças do SAUDOSO DEPARTAMENTO DE CARGOS E SALÁRIOS da querida ex-ferrovia. Sérgio Serrano
ResponderExcluirMeu amigo!!!
ResponderExcluirTe achei muito bem, sem querer encher sua bola. Aqueles para-lamas brancos do Miro, tá um charme. O Zé Luiz tá parecendo homem casado que engorda pela acomodação, mas o semblante é o mesmo.
Que maravilha que a tropa está sempre próxima, isso é gratificante. É sinal de que o que aconteceu no passado foi verdadeiro.
Valeu amigão.
Um grande abraço para vc e para a Mara.
Zé Wilson
Tem uma foto importada de Botucatu aí no seu Blog.
ResponderExcluirReconheci.
Beijos
Célia